erica's profileALÉM DO QUE SE VÊ...PhotosBlogListsMore ![]() | Help |
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May 12 as minhas amigasDesculpa...
Desculpa por ir embora e deixar vocês para trás Desculpa olhar nossas "velhas" fotos e chorar de saudade Desculpa olhar as novas fotos e ficar com ciúme e inveja Desculpa por perceber que cada uma vai seguir sua vida Desculpa por não suportar a idéia que a minha já não faz parte do dia-a-dia de vocês Desculpa por isso me doer tanto Desculpa por não ligar e perguntar como vocês andam Desculpa por fingir que não ligo e não sinto falta de vocês Desculpa, mas assim eu sofro menos. Desculpa por não compartilhar mais os bons e maus momentos que a vida traz Desculpa por faltar com um abraço ou uma palavra em momentos ruins Desculpa por sentir falta dos abraços e palavras nos meus momentos ruins. Desculpa por achar que estava hora de tentar Desculpa por não perguntar a vocês sobre isso Desculpa por nunca esquecer...
Os churrascos na Nency, as piadas sobre nós mesmas.
O estranho prazer em fazer piadas inconvenientes, em momentos mais inconvenientes ainda.
Das poucas baladas que participei...rsrsrs
Das tardes e noites sentadas no jardim ou em algum lugar qualquer, conversando, conversando e conversando.
Desculpa, por nunca esquecer de vocês.
Nunca...
E não queria passar a vida lamentando nunca ter dito ou demonstrado isso a vocês. Vocês morram no meu coração e nunca dele saíram, mesmo que a distância aumente, só aumentará a minha saudade de tudo.
EU AMO VOCÊS April 28 um ano...Um ano... Bateu-me uma angustia, um descontentamento em meio a um dia comum. Mais um dia de trabalhos extras para auxilio a minha renda. Domingo. Adoro acordar as sete no domingo. Pois bem levantei o fui ao meu destino, ao chegar, e depois de efetuar a montagem do evento, e acalmar a correria, sentei. Sentei e pude pensar – coisa que não aprecio há tempos – e pensando me veio a angustia, e com ela os olhos marejados. Recordações mil vieram a minha mente em segundos. Quando uma criança por volta de seus oito anos me aborda docemente e dirige a palavra, sinceramente nem me recordo o que ela falou apenas olhei-a e me imaginei com a sua idade. Doce. Confiante. Feliz. Voltei-me a mim mesmo em recordações longínquas, quando tinha a segurança da inocência. Doce. Confiante. Feliz. Sombra de como me sinto hoje. Encontro-me em situações ambíguas, e tomo decisões que desconheço como minhas. Sinto-me frágil e insegura e o que mais me atormenta é que por meio de decisões seguras e firmes que me encontro aqui hoje. O sentimento deprimido que bateu hoje me transportou aos tempos juvenil, não me sentia assim desde aquela época. Queria sair correndo. Olhava aquela menina, sorrindo para mim e me sentia pior, como pude chegar onde estou? Eu era como ela... Era. Um ano... Como o tempo me enganou, foi rápido mais “tá” durando uma eternidade. Encontro-me sem saída e sem rumo. Queria ser coadjuvante de minha própria vida agora, seria mais fácil achar respostas. Um ano... Como o tempo me enganou? requiente é sobrenome - pt finalBom, chegado o grande momento. Um frio do cacete, banho, rezando (e não pratico essas coisas). Ta bom “vamo” nos arrumar, pois o casório estava quase a começar e ninguém da família do noivo estava presente (outra peculiaridade de nossa distinta família). Arrumei-me para um casamento típico de inverno e com meu bom gosto de sempre. Jeans e uma blusa queeeeeeeeeeeeente. Advinha que resolveu aparecer um momento tão reservado e pior, sem o devido convite. Sim, sim ele mesmo, Sol, calor, sem roupa reserva e suor, muito suor. Ta bom acho que exagerei, mas estava frio de verdade, e sendo em uma chácara o casório achei que seria o mais apropriado uma roupa quente, só me esqueci de comunicar e digníssimo astro maior, como eu presumo que ele é megalomaníaco como outro ser que me é intimo, resolveu que seria no jeito dele, pois bem quem sou eu pra contrariar, na condição reles que me encontro. Passada a minha consternação inicial, partiremos a uma pratica que aprecio muitíssimo – apresentações sociais – adoro beijinho e apertos de mão em pessoas que nunca fiz a menor questão de me aproximar, mesmo que nunca as tenha notado, pois bem, casamento do primo-irmão, tive que encarar alguns desses confortáveis – oi, prazer. Depois dos traumatizantes trinta minutos iniciais que pareciam uma eternidade, começou a melhor – opa, passa a cerveja – e em um deserto de desconhecidos (exceto minha família claro) uma luz, um fleche de consolo – Magrela e Ana Cristian – alguém com que me comunicar que não falasse só de presentes e cerimoniais. Não durou muito afinal tinha que fazer a dita social que me extasia. Depois de comes e principalmente bebes, a aguardada cerimônia se inicia, e como eu odeio ser coadjuvante nessas situações me empenhei em tirar fotos – minha prima quase me obrigou: vai logo – e uma, duas cinco, vinte e entre elas um gole para descontrair – vinte e cinco e já tava bem bacarai, confesso me diverti na função de Katsumi da família. No final as tradicionais fotos familiares e como é de costume da minha distinta família o anti-socialismo ninguém se manifestava para registrar o momento – confesso que adoro essa peculiaridade, mas há hora para tudo né – e me dirigi os membros do nosso Clã e quase em ultimatos os convenci de um ato quase sobre-humano, de se levantarem e postarem-se por dois minutos no centro da festa Foi um casamento simples – como por sinal sempre quis para mim – mais bonito em sentimento.Espero que o casal compartilhe de bons momentos e que esses sejam sempre em sua maioria felizes. April 09 requinte é o sobrenome pt IIPois bem.... Chegamos à jocosa cidade do interior para o acontecimento do ano. Desmaiei. Capotei. Só me lembro de dizer olá a meus irmão e minha mãe e cama...ops, colchão. Afinal quem me mandou sair de casa, ir pra sampa????. Não tenho mais cama ou quarto, minhas coisas foram guardadas na parte de cima do meu antigo guarda-roupa (segundo minha mãe, mais o que vi foram minhas coisas pessoas jogadas, amontoadas na parte de cima do guarda-roupa). Meu amado irmão do meio se apossou de meu recanto particular e sem a menor censura transformou em seu e suas as minhas coisas.....perdi....é doído mais perdi.... Bem após este soco de realidade que me deslocou o maxilar, fiquei cara a cara com MEU GATO, meu...meu...meu.....ex-gato, meu irmão (é o mesmo se apossou do MEU quarto), também roubou o amor do meu felino...ahhhhh...nem me olhou...peguei-o no colo e colocou a patinha no meu peito se afastando de mim...como uma estranha. Tudo bem....quem me mandou ir embora....ahhhhh. Sai da sala, rumo ao quintal e ai sim tive demonstração de afeto de algum “filho” que deixei. Minhas pretas, me receberam com beijos (lambidas), e abraços (pulando em minhas pernas) calorosos. Mãe e filha que me receberam com toda atenção, meu dia começou bem melhor, cansaço da viagem?? Nada. Tudo se resumia a felicidade de revê-la e saber como elas ficaram sem mim, pois sem elas muito se perde do lado de cá, ficou chato mesmo, minhas manhãs sem suas lambidas nunca mais foram às mesmas. Outro dia contos como elas entram em minha vida. Bem...todos acordaram....hora de colocar o papo em dia.... saber a quantas anda meus irmãos e minha mãe. Hora da sessão: senta-na-sala-levanta-senta-na-cozinha-levanta-senta-no-quintal. Ritual bem típico de nossa família. Conversamos, minha mãe como sempre faz as perguntas que eu nunca quero responder, uma qualidade única, ela adora perguntar o que me deixar constrangida. Meus irmãos se resumem a ouvir e esperar que ela pare, para refazerem a mesma perguntas, porém de uma forma que eles sabem que vou responder, e nisso a amanhã passou (finalmente acabaram-se os por quê?). Todos ao banho que o casório vai começar....um de cada vez claro requinte é o sobrenome.... pt IFinal de semana em família geralmente rende historias curiosas, pois bem, meu primo-irmão resolveu que ia casar. Qual o problema afinal já me acometeu desta loucura. Então vamos nós, parte paulistana da família ao encontro do doce recanto interiorano, onde o calor é de matar e o frio de doer. Vera Cruz, simpática cidade de 10 mil habitantes (não confio nestes dados mais tudo bem, dizem que repasso), povo caloroso e hospitaleiro, minha tia e minha prima companheiras de viagem (aventura), adoram as tais terras. Minha tia por um dia apenas, pois ela fala que é o suficiente para ver que ela ama, e minha prima que gosta mesmo e se pudesse ira uma vez ao mês pelo menos. Bom, fomos contando as moedas, mais fomos afinal era o casório do Gu (o primo-irmão lá em cima), não poderíamos perder tal eventos social, com requinte e sofisticação de é peculiar a nossa família (meu primo casou de bermuda e a mulher dele “de hype”). No trajeto ao grande acontecimento social familiar, minha prima, (alma caridosa igual não tem) resolveu dar carona a um policial militar que estava no pedágio indo para casa*. * detalhe bobo: mal cabia a gente no carro, mais como sendo ela a motorista e a pessoa mais confortável dentro do veiculo, autorizou a entrada no veiculo. - ahhhhhh manda vai eu coloco a mala na minha cabeça (que foi quase o que o dito cujo, oficial da lei, fez para caber no carro, e a cabeça em questão é a minha) tudo bem vai que custa ajudar quem precisa. Apesar do desconforto foi uma das mais engraçadas viagem que fiz, o cara era uma comédia sob farda, soltou um ditado que levarei para eternidade de tão profundo e reflexivo: parece um pudim com furinho no meio de tão doce..... Depois da estadia do homem da lei em nosso meio (ele desceu em Botucatu), fomos feliz e alegre para a jocosa cidade. Afinal quase não estávamos cansadas do dia puxado de trabalho que todas tivemos (obrigadas Murfhy, tem que coincidir tudo né), e o humor tinha indo embora junto com o homem da lei, mal conversávamos, minha prima ao volante esta com cara dos vilões de MAD MAX, que caçavam Mel Gibson, eu pedindo a Murfhy um desconto e que deixasse Garça chegar logo, minha tia???? Ah ela se diverte com tudo. E de repente a esperada placa adentra em nossos olhares, refletida pela luz do farol, animo, alegria, saudade....tudo retorna ao nosso meio, e voltamos a conviver, quando meu querido e amado Mentor resolve se manifestar novamente (claro tava bom de mais), blit´s da policia rodoviária a 10 minutos de casa, e adivinha que foi parada? Advinha quem tava sem a CNH???? É minha querida prima resolveu perder a CHN dias antes da viagem, e portava um B.O. que não valia pra muita coisa. 40 minutos depois e policia nos libera prometendo uma multa, e soltando uma cantada para a encantadora moça sem CNH. Tudo resolvido partimos, agora tensas e assustadas para nosso destino final, contando os “Kms” finais para nossa chegada. E chegamos e abraçados e rimos e esquecemos das dores do parto, só da felicidade da chegada. March 11 sono que te quero bemInsônia, eu amo ter insônia...
minha distração predileta é passar as noites em claro ouvindo minha querida e amada roncar.
sim porque a doçura diz que eu ronco.....ok tudo bem pode até ser....mais cansei de ser acordada pelo doce sinfonia de suas cordas vocais
ultimamente nem reclamar por ser acordada posso....afinal não durmo há dias
mais é um prazer quase um deleite passar as noite nesta doce sinfonia....
por hj é só
desconcertos para juventura: anjo da guarda - tribalista
February 19 olhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Meu Blog tá bombando..... e olha que só ta no começo..........
Vamos ver até quando dura........rsrsrs
obrigada aos navegantes......
bju February 17 bom...bom....bom.....
Cá estou eu, tentando me aventurar no mundo dos blog´s e afins..... Bem, sei que este espaço será mais dedicado a leitura própria, afinal quem lê blog´s com regularidade e afinco??????? Sinceramente nem eu....Mas estou curiosa com essa experiência.... |
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